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A foto com o bicho de estimação que eu não tenho

por Ivone Neto, em 18.09.19

“Mãe tem uma atividade para levar uma foto com um bicho de estimação pra escola. E eu quero tanto e não tenho” Diz Arthur com seu raro ar tristonho. Esse papo recorrente é antigo lá em casa. Eu respondo que já conversamos sobre o motivo e que adiante podemos voltar a estudar essa possibilidade. Ele retruca: “É mãe, a Isa já teve o Cacau e eu nunca tive.” O melhor vira-lata de todos os tempos morreu dois meses antes do Arthur nascer, depois de um acidente, mesmo tendo sido socorrido e passado por intervenção. E nessa época as crises de asma da Isa não eram tão fortes.
Arthur conhece o Cacau por nossas lembranças e da foto que o tio Hique desenhou. Na imagem está escrito Kakaroto. Eu sempre escrevi Cacau por causa do chocolate que a Buda tanto gosta. Foi a Bruna e o Henrique, sobrinha e tio, que encontraram Cacau na praça enquanto andavam de bicicleta na rua do bairro onde moramos. Hoje eu passei por essa praça e lembrei desse dia. Correram implorando para que ficássemos com o Cacau, tão pequeno e frágil, nascido embaixo daquele banco da praça. Eram 3 filhotes e todos foram adotados. Arthur e Isa costumam encontrar a figura do Cacau desenhado nas nuvens. Eu nunca vou esquecer do seu olhar.
Voltando a conversa matinal ele disse: “mãe será que posso tirar uma foto com a Sam? Não é nossa cachorra, mas eu conheço, é vizinha e tão mansinha. Fala com a tia Sil?

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publicado às 18:02

A fase das próprias escolhas

por Ivone Neto, em 17.09.19

Mãe já estou com 1 metro e 41. Sim, ela está quase do meu tamanho. Pequena que sou, logo ela me passa. Já é pré-adolescente, como adora dizer. O pai diz que é bebê ainda e ela retruca: “Pai já tenho 11 anos e sou pré-adolescente”. E os dois começam a brincar. Sim, ao vê-la crescer nos assustamos também. É uma sensação estranha. Está ficando uma mocinha e já se preocupa se o cabelo está bagunçado e se a roupa está combinando. O pai emenda: “Ai minha Santinha, vamos logo Isa, está bom”. Eu intervenho: Calma! Deixa a Isa terminar de se arrumar, hoje é domingo, relaxa, que pressa boba.

Essa semana chegou via encomenda duas blusas e duas leggings que eu ousei comprar. De tanto ela reclamar cedo que não encontra nada para vestir. Resolvi arriscar e fazer uma surpresa. Ela está precisando. Praticamente 70% do que ela tinha no guarda-roupa foi doado no último mês, se considerarmos que temos pouca roupa, e isso vale pra todos de casa, é muita coisa. Sim o guarda-roupa está vazio. Só ficou o que ela realmente está usando e como ela deu essa esticada, preciso comprar o básico da semana. Suas leggings e blusas, confortáveis. Minha alegria foi imensa ao ver que ela apreciou: “Mãe você acertou dessa vez.” Da última vez ela doou as leggings que eu comprei porque não gostou. Chegou a hora de suas escolhas. E isso significa que precisaremos de doses extras de paciência, aceitação, descobertas, muitas risadas e tantas outras formas aprendizes.

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Um beijo afetuoso ofertado com muita sensibilidade. Essa é minha Isa

 

publicado às 11:52

Meu Arthur Cascão

por Ivone Neto, em 09.09.19

A Turma da Mônica nos acompanha desde a infância de outros tempos. É incrível a identificação com os personagens, de modo diferenciado em cada um de nós. Arthur adora os gibis. E ficou bem emocionado quando assistimos Laços no cinema. Esses dias voltamos a assistir em casa. Os sentimentos da turma dialogando com os nossos. Medo, coragem, irritação, alegria, perdão e afeto.

E no domingo afetuoso, depois da catequese, fomos colher amoras, eu, o pai e as crianças. Depois ele comprou o guarda-chuva no bazar, acessório do Cascão que ele incorporou a sua brincadeira. Divertido observar sua imaginação brincando com o seu protetor guarda-chuva pelo quintal. Depois foi a vez do futebol que ele também ama e ele chega estilo Cascão da jogada, saltitante de alegria pelo gol “olímpico” que marcou. E fomos para o banho tirar o grude. Dormir limpinho e relaxado é tão bom.

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O caçula mais amado do mundo: meu Cascão Arthur

publicado às 13:30

O chão dos sentidos e o céu da memória

por Ivone Neto, em 15.08.19

Arthur adora deitar no chão para brincar. O jeito que ele deita lembra muito meu pai. E também meu avô padrinho. E diz meu marido, que também lembra muito seu pai, o avô Raimundo que chamava o Arthur de “menino do vô”. É sublime presenciar essa riqueza dos traços que herdamos presente em nossos filhos.
Meu caçula tem uma memória afetiva preciosa. Esses dias mostrei a foto do meu pai, seu avô João, que eu tinha recebido do meu irmão que foi visitá-lo no Dia dos Pais. Arthur disse sorrindo ao ver a imagem: “saudade do vô. Mãe o “Radi” ainda mora na casa do vô? Que dia vamos lá?” O Radi, que não sei se escreve assim é o carocho vira-lata que ele viu há 3 anos. E respondi que vamos programar viajar para ver o vô João. Ando com saudades do sertão. O retrato de pai, seu avô, e a conversa, aflorou as lembranças do meu menino. No Uber, ao meu lado, ele olhou o céu e emendou: “Mãe e o Vô Raimundo? Sinto falta do cheiro esfarelado dele. Será que hoje a noite eu vou ver a estrela do vô no céu?” E começou a chorar. Eu o ajeitei em meu abraço e quando descemos do carro ele ficou olhando o céu nublado. Eu disse: Filho, a estrela está lá, só que encoberta pelas nuvens. Amanhã o tempo melhora e vamos observar a estrela brilhando pra você. Ele sorriu e disse. O céu está triste hoje.
Entramos em casa. Depois do seu banho eu ajudei a colocar o pijama, rezei, como de costume, nossa oração e ele logo adormeceu. Hoje tem Lua Cheia no céu e espero que o céu de inverno nos presentei com estrelas cintilantes para ele indicar qual é seu avô.

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publicado às 20:38

As roupas e os traços da Bruna na Isa

por Ivone Neto, em 14.08.19

Essa blusa que ela está usando foi da Bruna. A Isa está crescendo e selecionou alguns itens de roupas da irmã que eu não deveria doar, para ela usar no futuro. O guarda roupa quase vazio, retrato de desapego. É que tenho também minhas agonias, e uma delas é ver coisas paradas, sem uso. A energia precisa circular. O presente que foi o futuro cogitado no passado está chegando mais rápido do que eu previa. Coisas de mãe, talvez, pensar nessa passagem do tempo assim, quando observamos essa transição. A Isa já tem espinhas. Algumas peças da Bruna já servem nela. Ah os minutos do relógio não param, ou, como preferimos contar, as fases lunares se sucedem. Estamos na Lua Crescente do Arthur. Sim cada um dos meus filhos tem sua Lua e meu marido diz que essa é uma das minhas loucuras. A Isa sente muita saudade da irmã que há mais de 3 anos mora longe. Muitas vezes pego ela olhando a foto delas juntas e vejo seus olhos lacrimejando. Sinal de ternura. A saudade também dói. Outras semelhanças engraçadas: A Isa conversa no banho, como a Bruna. Ela também brinca sozinha de professora com suas bonecas e fala que fala. E anda ficando “enjoada e demorada” para se arrumar e o pai diz: “Ai minha Santinha, tá parecendo a Buda”. E sei que ele fala isso também exalando saudade e carinho. Hoje é um daqueles dias que eu acordei com muitas saudades da Buda e de outros personagens que amo. A distância e a proximidade caminham juntas no meu coração.

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Traços entrelaçados de amor das irmãs Terra & Água

 

publicado às 11:19

O que fazer nas férias das crianças?

por Ivone Neto, em 17.07.19

“Mãe bem que você poderia ser professora, até leva jeito” Diz a Isa. O jeito que ela cita na frase é que ela diz que sei explicar história quando estudo junto com ela nas provas e que adoro ler. Outro motivo pelo qual ela deseja que eu atue como professora é para sair de férias junto com ela e seu irmão. Sim, eles estão no plantão de férias na escola e eu estou trabalhando nesse longo julho. E costumo trabalhar também nas férias de janeiro. Esses dias ela voltou na mesma tecla: “mãe ainda dá para você estudar e ser professora? Seria tão bom ficar com você nas férias”

Assim como eu, muitas outras mães ficam de cabelo em pé nesse período. Quem não trabalha, consegue fazer uma programação semanal, vai viajar, afinal, eles ficarem só em casa é entediante. Tem outro fator complicador. Viajar em período de férias é mais caro. Quando não há outra possibilidade precisamos pesquisar bem o destino e atrações. Nos feriados também o valor é diferente, o que é bem injusto. Eu tenho fugido desses períodos, preferido viagens mais curtas e fora da chamada temporada. Dá para aproveitar melhor, gastando menos.

Nas férias passadas, sem o plantão de férias na escola, foi bem difícil. Um dia aqui, outro acolá. Encontrar alguém de confiança para ficar em casa não é tarefa fácil. Foi grande meu alívio ao saber que nesse mês de julho teria plantão de férias na escola. Com atividades recreativas que eles estão adorando. Até minha Isa, que pela primeira vez ficou, está apreciando as comidas, brincadeiras, gincanas e terá até passeio externo. E para diferenciar um pouco, essa semana, eles terão o dia de folga do plantão, em casa, com uma tia mais que especial.

E assim vamos desenhando o enredo das férias. Logo mais teremos que planejar a programação das próximas. 15 dias já tenho programado. Ah e sobre ser professora, é um grande elogio da minha Isa saber que na sua percepção eu levo jeito para essa profissão que tanto ADMIRO!

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No Ibirapuera, parque que estimo muito

 

publicado às 15:43

O laço, o exemplo, o argumento

por Ivone Neto, em 19.06.19

Diz Arthur: “vou sair igual o Pai.” É assim quando eles saem juntos para o futebol. O Arthur coloca óculos escuro igual o pai e senta no carro todo feliz e realizado. Há uma sintonia sublime nesse gesto simples. Me faz refletir no quanto o exemplo e a admiração contam na jornada paternal.

Esses dias, eu reclamei que meu marido estava sem o cinto de segurança no carro e o caçula emendou veementemente: “Pai você diz pra eu colocar, tem que usar também”. Isa complementou: “Pai você tem de ficar seguro também.” E o pai obedeceu a argumentação dos dois e colocou o cinto. E ouviu rindo: “Muito bem, tem que obedecer”

Não adianta você dizer o que deve ser feito e não fazer também. O exemplo REAL conta muito.

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publicado às 14:26

Sobre regras, diferenças, famílias

por Ivone Neto, em 30.05.19

Meu caçula tem 7 anos. No momento da leitura do Arthur esses dias ele dizendo que já sabe o significado de etc foi demais. As muitas descobertas que ele fará inspirado na leitura e escrita também me inspiram. Eles chegam com diversos questionamentos. É natural a comparação nessa fase de que o colega tem isso, a outra tem aquilo, que eles podem isso e aquilo e os etcs. A pauta é imensa. Esses dias Arthur ganhou um celular do padrinho, usado e que está de bom tamanho para ele brincar em jogos e ver vídeos, no tempo que determinamos. Eis então que ele me diz: “mãe meus colegas tem WhatsApp, eu posso ter? E respondi: Não pode ainda. E enveredamos na resposta do NÃO.

Primeiro que na sua idade você ainda não necessita ter WhatsApp. A melhor conversa é ao vivo e a cores. Temos que priorizar o tempo para o que é importante filho. (já fazendo o laço com a sequência)

Segundo, vamos pensar no seu dia hoje como exemplo. Acordamos, mochilas, café e já te deixamos no integral na escola. É certo que você falou pelos cotovelos com seus colegas (tagarela como eu, como diz seu pai). Chegando em casa, enquanto a mãe fez a janta você ficou 20 minutos jogando no celular (nosso combinado), foi tomar banho, jantamos, estudamos pra prova (tem dias que tem lição de casa), assistiu 1 episódio DPA, brincou com seu futebol de botão, acabamos de ler Turma da Mônica e agora é hora de dormir. Você acha que teria tempo pra ficar em WhatsApp?

Terceiro Arthur, seu colega é ele, você é você. Sua família tem suas regras e princípios. A dele também. Não é porquê a mãe e o pai dele permitem certas coisas que nós iremos permitir. As pessoas e as famílias são diferentes. Isso não quer dizer que nosso jeito é o certo e o dele errado. E sim que nossas escolhas são baseadas na nossa estrutura e no que acreditamos ser importantes para nosso cotidiano, nesse momento.

Ele ficou pensativo e disse: É mesmo mãe. É como você vai numa igreja que tem santos e outra pessoa ir em outra?
Uau! Que percepção certeira filho. Isso mesmo. Se respeitarmos o outro tudo fica melhor.
Ah mãe, pode ler só mais 1 história antes de dormir? Com esse olhar terno e com um pedido de leitura eu me derreto. Antes do fim da leitura ele já adormeceu com sua expressão de anjo menino.61848494_10220049753301152_7750431900547678208_n.j

 

 

publicado às 17:40

Da primeira espinha ao absorvente

por Ivone Neto, em 16.05.19

Observo a Isa crescer tão doce e consciente. A primeira espinha já aflorou há uns meses. Entre sorrisos e lágrimas sinto o nó na garganta apertar com as recordações que palpitam em minha memória coração de tantos momentos desde sua gestação. Sim, ela está ficando uma mocinha e por mais natural que seja esse ciclo de transição, de novo, como mãe, em outro momento agora que já até sou avó, ainda sou tomada pelo medo e nostalgia. Faz parte também essas sensações que entrelaçam esse enredo maternal.

Ontem a conversa foi sobre menstruação e a orientei a arrumar sua necessaire com absorvente e mostrei como usar. Sim, ela já deve levar em sua mochila para escola. “Pode acontecer lá né mãe, mas espero que seja em casa”. Lembrei do dia da Bruna, que estava em casa e eu no projeto que atuava. No intervalo vi sua ligação e retornei e ouvi do outro lado da linha sua voz com um misto de susto e alívio me avisando. Lembro que senti meu coração acelerar e perguntei se ela estava bem. Ela disse que sim. Hoje ela já é mãe e agora é a vez de sua irmã.

No meu quarto, sentindo o vento frio da noite de outono que dançava na cortina, os pingos leve da garoa no jardim, sentamos na cama. A Isa veio contar sobre suas colegas de sala que já recebem a visita do fluxo sanguíneo mensal. Falei que é como a fase lunar, contamos 4 luas e de todo mês acontece. Ela disse que tem uma que fica 1 semana. “Ai mãe tanto tempo” Eu disse que cada organismo é único, o período também, os sintomas. Temos semelhanças e diferenças em tudo. No meu caso é mais rápido e nunca sofri muito com cólicas, uma de suas preocupações. “É mãe mais tem sua enxaqueca. Tem gente que fica mais chata”. Então falei sobre a famosa TPM. E fomos conversando sobre suas dúvidas. Arthur chegou e me viu com o absorvente na mão e disse: “mãe é sua fralda de todo mês?” E caímos na risada. E sei que juntos vamos chorar e rir um bocado ainda.

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Minha menina das águas está crescendo

 

publicado às 15:21

A Isa, a asma, a sensibilidade

por Ivone Neto, em 28.03.19

Minha Isa tem asma. Associada a dermatite, sinusite e outras “ites” do pacote alérgico. Ela faz tratamento e as crises tem demorado mais. De vez em quando elas aparecem despertadas por algum fator que aciona a crise, ou fatores, já que são muitos. Morar em uma região poluída como a grande São Paulo já é por si só um fator explosivo. Já ouvi de vários médicos que o ideal seria morar na montanha ou mar. Sempre que vamos a praia observo como sua saúde integral melhora.

Como ainda não posso fazer essa mudança temos que procurar amenizar o máximo com ações em casa. No seu quarto tapete e cortina nem pensar. Bichos de pelúcia nunca. Os de panos que ficaram são lavados com frequência e tomam banho de sol. Animais de estimação como gatos e cachorros, que o Arthur tanto quer, nem pensar em casa. Cheiros fortes de produtos utilizados em limpeza ou perfumes, são venenos. Na alimentação ela também tem restrições, castanha, avelã, amendoim e todos os produtos com corantes e industrializados. E tem também o quesito emocional que conta muito. E no caso da Isa eu percebo muito isso.

Quando vem a crise persistente, daquelas em que a tosse e o cansaço não deixam ela dormir, quando o pescoço afunda, temos que correr ao hospital. Foi o que aconteceu essa semana, a crise de asma com peito chiando e junto a infecção de garganta. Daí são as inalações, antibióticos e antialérgicos com corticoides. As medicações a deixam tensa, mas o que mais a deixa triste é o fato de faltar as aulas. Mesmo antes do atestado vencer ela já quer retornar pra escola. E hoje ela volta com todo seu ânimo para estudar.

A asma exige cuidado contínuo. Hoje, com “quase 11 anos”, como ela anda dizendo, a Isa vai aprendendo a conviver com sua doença crônica. Ela agora começou a natação que tanto ama e acredito que a atividade recomendada pelo médico vai auxiliar muito. No caso da educação física na escola ela participa sim, exceto nos dias de crise. É importante essa participação e quando ela sente que está muito cansada encerra antes. Assim como nas brincadeiras de pega pega com as crianças. Acompanhar o passo de Maria de Fátima, sua vó, jamais. Ela mesma diz: “não dá pra andar com a vó Fátima.” E mesclando não e sim, ela segue sensível e aprendiz vencendo seus desafios cotidianos. E nós vamos acompanhando essa jornada.

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Minha Isa tão aplicada na escola. Muito Amor

publicado às 13:32


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