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Meu Blog Maternidade. Aqui vou registrando meu aprendizado do cotidiano de mãe. Minhas percepções, desafios, emoções, acontecimentos e sensações únicas da minha jornada maternal. Tenho duas filhas e um filho, três sementes, frutos, presentes AMOR
Mãe eu sempre fui a menor da sala desde o pré. Eu respondo: Tudo bem filha ser pequena, eu fui até a faculdade. Isso nunca me incomodou, nasci pequena e segui assim. Sou a mais velha e menor dos irmãos e penso que dos primos (as) também. Hoje a Isa já está mais resolvida sobre isso, também como eu, minha Isa senta na carteira da frente da sala, por causa da altura e problema de visão. E nesse último quesito já lida com mais segurança com sua deficiência. Esse ano quando fui conversar com a professora sobre sua deficiência, ela me disse emocionada da sua desenvoltura na apresentação inicial do ano e de como falou com firmeza da sua deficiência visual. E, claro, eu fiquei muito emocionada.
E por ela ser pequena suas roupas duram bastante. Esse ano, ela deu uma esticada e muitas se perderam. Na verdade nem é perda porque doamos para a prima menor. Sim, aqui em casa o desapego é prática contínua. Fizemos uma limpa no guarda roupa e ela ficou quase sem nada. Hoje ela colocou um short e nós rimos juntas de como ele tá pequeno. E foi colocar o chinelo e ficou a metade dos pés pra fora. Teremos que comprar roupas e um novo chinelo para a primavera verão. Hoje ela usou meu chinelo e “ficou quase certinho mãe”. Sim, ela está crescendo. Minha menina das águas com sua sensibilidade refinada floresce na sua caminhada crescente.

Quando olho as fotos deles pequenos bate sim uma saudade. Cada um nasceu em uma fase, cada gestação diferente e cada filho tem sido uma bênção na minha jornada aprendiz. Eles crescem, mas aquele cheiro de bebê fica cravado nas narinas. O sorriso, o sentar, engatinhar, andar, as gracinhas que tanto enternecem nossas vidas são memórias tão doces. Uma mãe é arrebatada por um amor tão intenso que não há medida, a não ser o infinito que se aproxime dessa intensidade atemporal. E cada dia ele tem a capacidade de evoluir.
A minha primogênita hoje tem 23 anos e suas asas nos pés a conduziram para longe e, no entanto, nossa proximidade é tão ímpar. Ela é enigmática por essência. Todas as noites ainda têm aquele cheiro e a oração, mesmo em telepatia.
Minha Isa, que parece nasceu ontem, acaba de completar 9 anos. E ainda canto a canção de ninar que criei para minha menina das águas, com sua elementar lua. Inteligente e especial por natureza, ela é o laço que conecta a tríade.
E para fechar, tem o menino Fogo de 5 anos, o nosso elemento surpresa cuja energia contagia toda família. Sua mágica alegria tem o dom de despertar sorrisos. O brilho do seu olhar reflete seu humor refinado com uma beleza tocante.
O amor por esse trio é base das minhas forças. E, mesmo naqueles dias em que o cansaço é extremo, em que a saudade aperta, em que a dor atormenta, eu agradeço entre risos e lágrimas, a dádiva de ser mãe de uma tríade tão sagrada. E que eu tenha o privilégio de seguir acompanhando os passos das minhas meninas e do meu menino.

Ser mãe nos dá um sentido de grandeza diante do desafio que temos por toda a vida. Acompanhar os passos dos filhos é uma rica oportunidade de aprendizado. Tenho duas filhas com idades bem distintas. Uma com 16 anos e outra com 2 anos e meio. Minha Bruna escreve e me emociona com suas letras carregadas de intensidade. A Isa tem uma energia pulsante e seu sorriso enche nosso lar de felicidade.
A Bruna está numa fase de crescimento e sei que esse período será determinante para a sequência de sua jornada. Ela está “encontrando a pele de sua alma” e esse processo é, sem dúvida, muito precioso. Quanto mais ela estiver próxima de si terá clareza e desenvolverá sua capacidade de realizar seus sonhos. Tenho muito orgulho de suas percepções e do modo como ela expressa suas leituras. Sei que sentirei saudades de sua presença física quando ela estiver viajando pelo mundo. Por outro lado, tenho certeza de seu sucesso e de que ela encontrará seus tesouros pelos caminhos que percorrer.
A Isa diz que já é grande e ai de quem duvidar. “Sou gande”. Ela fala de uma forma tão decidida que me encanta. É uma sensação que emana uma presença firme e uma crença fiel. Que esse sentimento de grandeza evolua cada vez mais fortalecendo seu espírito questionador. Ela é uma criança que tem um olhar vibrante, cujo brilho, é tão especial que inunda minha alma de luz. É uma visão do coração e sei que nele há vida e amor em abundância.
A Isa saindo das fraldas. A Bruna navegando por seu universo. As duas revelando que o tempo é atemporal para o amor. Minhas filhas são estrelas na constelação de minha vida. Há um elo de grandeza entre nós.
Minhas filhas Bruna e Isabelly, meu elo sagrado de amor
Minha filha Bruna já tem 16 anos e está em uma fase de profundas mudanças e aprendizados. Amizades e amores, alegrias e tristezas, lágrimas e sorrisos, certezas e incertezas, novas percepções, experiências, afinidades e descobertas. Nessa trilha vai se descortinando cenários que tocam seu coração e que vão fazendo diferença nos seus capítulos.
Observo, rezo e procuro acompanhar respeitando sua abertura para falar e compartilhar seus sentimentos e sensações. Sei que ela é muito intensa, também, regida pela enigmática Vênus e pelo Elemento Terra, tem uma combinação poderosa que se revela em belos traços, olhar marcante e sorriso contagiante. É uma fase de transição e sei que é muito importante para desenhar o roteiro de seus próximos passos.
Minha menina está tornando-se uma Mulher e suas letras são tocantes. É uma mistura de sentimentos que me ensina e é um grande desafio acompanhar esse processo. Olho ela crescendo e ao mesmo tempo enxergo a criança que habita em seu ser e espero que sua essência esteja sempre lá impulsionando sua alegria para descobrir a beleza da vida. Muitas mudanças irão ocorrer e cada passo se tornará uma Fortaleza na sua história.
A ela, minha amada filha, todo meu amor e incentivo para que acredite nos seus sonhos e os realize com muito sucesso e plenitude.
Mama, papa, Abu, nane, alô e agora disparou a falar. Ela observa e depois fala. Eme para dizer que é meu, emem para dizer amém. É divertido vê-la aprender. É inspirador.
E a Isa adora sapatos, ninguém pode ficar descalço em casa, tem que calçar o papato. É um charme vê-la apreciando o “papato”. Ontem a levei em uma loja de calçados e foi muito engraçado ver seus olhos correndo pela prateleira. Pegava um, pegava outro e teimou de experimentar um que não cabe mais nem no dedinho dela.
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